sábado, 28 de junho de 2008


Como dois mundos paralelos
Duas concavidades que não se encontram num fechamento de esferas.
Facilidade em denominar, ou até mesmo criar diversos adjetivos pra ambos...
Inocência, alegrias, sorrisos.
Misturam-se de tal forma
Que habitante de ambos como sou, fica difícil traduzir o que me encanta em um, e o que me prende a outro.
Mutações diferentes, escolhas pertinentes e (agora) dois seres humanos criados para se adaptar, Ou até mesmo camuflar, a aparências e carências.
Não sabendo pra onde ir...
Vivendo nesse meio de vontade e impasse
Os dois seres não conseguem se desenvolver,
Em uma fusão (ou falta de discernimento) volta a ser somente ‘um’.
Se depreender e se deixar levar
Saídas fáceis, claras regadas à conselhos de bastidores,
Onipresentes de frases pesadas, ‘triturantes’, amargas...
Vício consumível e crescente de realismo
Aqui ou lá,
Não importa mais o portal de entrada, taxa de embarque, cintos desafivelados... ou choques em alto mar
Assim como lógica de fórmula química
Água e óleo
Heterogeneamente impossível de mistura...
Mesmo corpo, em dois espaços...
Utopia, necessidade, ou pseudo-preenchimento
Incompatibilidade de tempo, década ou entrega
Fica a decisão vaga e sádica de uma vontade passada,
Mais do que isso,
Pouco vivida!

2 comentários:

ઇ‍ઉ Meu jardim ઇ‍ઉ disse...

Pena que aqui não tem a reverência...
Posso escrever palavrão né? rs
FODÁSTICO!!!
Desculpe :)

Kaká disse...

PQP abiugaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei *-*
E a foto? PQP mil vezeees!
uahauhauh
Te amO